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		<title>EXPOSIÇÕES 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 18:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>laboratoriodasartes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Conta-me como foi&#8230; João Pinharanda Podemos evocar dois poemas, de muito diferente origem, tempo e destino público, perante um maço de cartas de amor: os versos melodramáticos da canção ligeira de Tony de Matos e a complexidade analítica do poema &#8230; <a href="http://laboratoriodasartes.wordpress.com/2012/01/06/inaugura-sabado-16-abril-22h-xico/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=laboratoriodasartes.wordpress.com&amp;blog=12403404&amp;post=441&amp;subd=laboratoriodasartes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p lang="pt-PT" align="JUSTIFY"><a href="http://laboratoriodasartes.files.wordpress.com/2012/01/convite-mb-final1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-510" title="Convite MB - final1" src="http://laboratoriodasartes.files.wordpress.com/2012/01/convite-mb-final1.jpg?w=500" alt=""   /></a></p>
<p lang="pt-PT" align="JUSTIFY"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:x-small;"><strong>Conta-me como foi&#8230;</strong></span><span style="font-size:xx-small;"><strong><br />
<em>João Pinharanda</em></strong></span></span></p>
<p lang="pt-PT" align="JUSTIFY"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">Podemos evocar dois poemas, de muito diferente origem, tempo e destino público, perante um maço de cartas de amor: os versos melodramáticos da canção ligeira de Tony de Matos e a complexidade analítica do poema de Álvaro de Campos/Fernando Pessoa. Se os evocarmos a pretexto deste trabalho de Manuel Botelho, talvez se esclareça melhor o fundo psicológico e o contexto histórico e social que enquadra os diálogos de Amor que o artista encontrou na Feira da Ladra, comprou, transcreveu, fotografou, fez ler e encenou para um público que, inesperadamente, se descobre capaz de ter escrito ou lido partes dessas longas páginas de “cartas banais”: “Cartas grandes, extensas, iguais/ Ao [seu] grande sofrer” (Tony de Matos). </span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">Álvaro de Campos não procura a justificação cultural ou mesmo mítica das grandes histórias de amor. Sem deixar de ter uma perspectiva intemporal, porque se refere a “Todas as cartas de amor”, inclui-se no mesmo universo (“</span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">Também escrevi em meu tempo cartas de amor”), funde todos os casos passados presentes e futuros e desarma sem piedade o sentido de excepcionalidade que o discurso vulgar atribui ao Amor; porque, de facto, afirma ele, “Todas as cartas de amor são/ Ridículas” e “Não seriam cartas de amor se não fossem/ Ridículas”, confirmando que, também as suas cartas de amor, teriam sido ridículas. A consciência do Ridículo parece apenas poder formar-se depois do amor (um amor concreto ou mais ainda a possibilidade mesmo do Amor) ter acabado. De facto, o poeta, lamenta o passado perdido: “Quem me dera no tempo em que escrevia/ Sem dar por isso/ Cartas de amor/ Ridículas”.</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">Os autores reais das cartas de amor que ouvimos ler na instalação de Manuel Botelho não têm, evidentemente, esta consciência crítica. Podemos descodificar o valor sentimental dessas cartas de amor, que é intenso, mas percebemos a mediania da sua densidade psicológica, valor literário e histórico, fatalmente determinadas pela fragilidade cultural e política de ambos os intervenientes. </span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">Ainda assim, </span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;"><em>malgré eux</em></span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">, são decisivos </span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">documentos: na medida em que raras são </span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">as </span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">cartas escritas no feminino, e mais raro ainda é existir uma carta e a sua resposta.</span></span></p>
<p lang="pt-PT" align="JUSTIFY"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">Os protagonistas escreveram-se, longamente, dois anos intensos de “extensas”, “iguais” e “ridículas” cartas de amor. Por vezes tinham ideia que a linguagem lhes era escassa para exprimir o que sentiam, por vezes desejavam ser menos insistentes, menos repetitivos mas nunca desmontam os frágeis mecanismos do aparato conceptual que determina o seu pensamento. </span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">Assim sendo, o seu tom aproxima-se mais do da cançoneta popular, cronologicamente coincidente com a época histórica para que estas cartas de amor remetem. Passo a passo, embora nunca haja ruptura nem drama, do que nestas cartas se fala é da saudade e da falta, do ciúme e do silêncio, do sonho de um futuro próximo e diverso. O</span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;"> que ouvimos, de ambos os intervenientes, embora as cartas dela sejam, esteriotipadamente, mais carregadas de sentimento e emotividade, são realmente “</span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">[...]</span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">Pedaços de dor</span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;"> </span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">/ Sentidas de alguém” (Tony de Matos). Cada um dos elementos do casal é um eco dos versos cantados por uma das mais famosas estrelas populares de então: “Nelas jurei/ Com verdade o amor que senti/ Quantas noites em claro passei/ A escrever para ti</span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;"> </span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">/ Cartas banais/ Que eram toda a razão do meu ser </span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">[...]</span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">”. </span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">É esta dimensão de sinceridade que nos toca ao ouvirmos ler os excertos dessas cartas. É interessante, aliás, que mesmo Álvaro de Campos insista, em certa altura do seu poema, na presença desse sentimento ao afirmar que, “</span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">As cartas de amor, se há amor,/ Têm de ser/ Ridículas” e que, “Só as criaturas que nunca escreveram/ Cartas de amor/ É que são/ Ridículas.”</span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">[…] O texto situa-nos no tempo, no espaço e revela-nos a dimensão dos sentimentos: Portugal e Guiné, Anos de 1960 e Guerra Colonial, Amor e Morte, Ciúme e Esperança, … Tudo em doses pequenas e muito portuguesas, fugindo matreiramente quer à censura oficial quer à censura familiar, numa hoje impensável candura sexual e contenção de linguagem. </span></span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">[…] </span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">Podemos certamente seguir o cinismo ou derrisão de Álvaro de Campos quando, depois de aceite a inevitabilidade das cartas de amor e do seu Ridículo, conclui que, afinal, as memórias actuais que tem “</span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">Dessas cartas de amor/ É que são/ </span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">Ridículas”. Mas não é apenas (ou principalmente) a exposição dessa fragilidade humana que move Manuel Botelho, na sua pesquisa e recriação. Ele é um dos autores que têm, no novo século, de modo profundo e inovador, trabalhado sobre o continente artisticamente quase inexplorado que é a Guerra colonial e a presença portuguesa em África. </span></span></p>
<p lang="pt-PT" align="JUSTIFY"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">Já vimos como estas cartas podem ser retrato ideológico do Portugal de então. Aqui são transformadas em obras de arte, ou seja, colocam-nos numa dimensão de interpretação e metáfora: o que sentimos perante a possibilidade da nossa morte ou da morte do ser que amamos? o que sentimos quando estamos longe do que amamos e de quem amamos? como vivemos tudo isto e como o relacionamos com a pequena vida de todos os dias, as suas pequenas alegrias, tristezas, derrotas, êxitos, espantos? Afinal, se tudo é Ridículo, é também tudo muito Banal. Não há heróis para estas/nestas histórias; e se os houvesse, na dimensão excessiva das suas vidas, não se revelariam, eles também, Ridículos?</span></span></p>
<p lang="pt-PT" align="JUSTIFY"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:xx-small;">Lisboa, 10 Maio 2011</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>EXPOSIÇÕES 2012</strong><br />
(Datas sujeitas a alterações)</span></p>
<p><strong><span style="color:#800000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">20 JANEIRO A 25 FEVEREIRO</span></span></strong><a href="http://www.manuelbotelho.com/"><strong><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><br />
</span></strong><strong><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Manuel Botelho </span></strong></a><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><br />
</span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><span style="font-size:x-small;">(Brevemente imagem do convite e texto da exposição de João Pinharanda)</span></span></p>
<p><strong><span style="color:#800000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">09 MARÇO A 14 ABRIL</span></span></strong><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><a href="http://www.galeriagracabrandao.com/index.php?menu=art&amp;artista_id=66"><br />
António Leal</a><a href="http://www.josealmeidapereira.blogspot.com/"><br />
José Almeida Pereira</a><a href="http://maxfernandes.wordpress.com/"><br />
Max Fernandes</a><br />
</span><span style="color:#800000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong><br />
27 ABRIL A 26 MAIO</strong></span></span><a href="http://ruimourao.com/"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><br />
</span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Rui Mourão</span></a></p>
<p><span style="color:#800000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>08 JUNHO A 07 JULHO<br />
</strong></span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Exposição Coletiva dos alunos de Artes Plásticas – Multimédia da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto</span><strong><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><br />
Coordenação:</span></strong><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> Fernando José Pereira</span></p>
<p><span style="color:#800000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>20 JULHO A 18 AGOSTO</strong></span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><br />
Exposição coletiva de fotografia</span><strong><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><br />
Coordenação:</span></strong><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> Miguel Oliveira</span></p>
<p><span style="color:#800000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>18 AGOSTO A 13 SETEMBRO<br />
</strong></span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Encerrado para férias</span></p>
<p><span style="color:#800000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>SETEMBRO (DIA A CONFIRMAR)</strong></span></span><a href="http://www.inculta.tv/show/1750-Antonio"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><br />
António Gonçalves</span></a></p>
<p><span style="color:#800000;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>OUTUBRO (DIA A CONFIRMAR)<br />
</strong></span></span><a href="http://www.paulomendes.org/?pagina=noticias/noticias"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Paulo Mendes</span></a></p>
<p>Em memória:</p>
<p>15 Outubro 2011, Pecha Kucha.<br />
Orador: Luís Ribeiro<br />
Tema: 10 anos Laboratório das Artes<br />
Local: Centro para Assuntos de Arte e Arquitetura, Guimarães</p>
<p><a href="http://laboratoriodasartes.files.wordpress.com/2011/10/pecha-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-497" title="pecha 1" src="http://laboratoriodasartes.files.wordpress.com/2011/10/pecha-1.jpg?w=500&#038;h=344" alt="" width="500" height="344" /></a><a href="http://laboratoriodasartes.files.wordpress.com/2011/10/pecha-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-496" title="pecha 2" src="http://laboratoriodasartes.files.wordpress.com/2011/10/pecha-2.jpg?w=500&#038;h=330" alt="" width="500" height="330" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/laboratoriodasartes.wordpress.com/441/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/laboratoriodasartes.wordpress.com/441/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/laboratoriodasartes.wordpress.com/441/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/laboratoriodasartes.wordpress.com/441/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/laboratoriodasartes.wordpress.com/441/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/laboratoriodasartes.wordpress.com/441/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/laboratoriodasartes.wordpress.com/441/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/laboratoriodasartes.wordpress.com/441/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/laboratoriodasartes.wordpress.com/441/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/laboratoriodasartes.wordpress.com/441/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/laboratoriodasartes.wordpress.com/441/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/laboratoriodasartes.wordpress.com/441/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/laboratoriodasartes.wordpress.com/441/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/laboratoriodasartes.wordpress.com/441/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=laboratoriodasartes.wordpress.com&amp;blog=12403404&amp;post=441&amp;subd=laboratoriodasartes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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